Candy e Por Amor, Liza
Enviado em 27 de Janeiro de 2010
Publicado por Raphael Camacho | Enviar por e-mail
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Hoje tive algum tempo e escrevi alguma coisa sobre muitos filmes. Busquei dvds antigos e encontrei muita coisa boa. Lembro muito bem de quando vi esses dois filmes. Era um domingo de tarde e esses dois longas estavam jogados em uma prateleira de uma locadora em copacabana, um do lado do outro. Fui ver sem esperar grande coisa e me emocionei pela forma intensa que os atores interpretaram o “fundo do poço” de seus personagens. Esses 2 filmes abaixo são dois dramas muito bem interpretados e quem gosta de cinema não pode deixar de conferi-los.
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Candy

Sinopse: Promissor poeta se envolve com jovem pintora, ambos viciados em heroína, o que leva o filme a um desfecho melancólico, porém bastante real.
Clique aqui para ver mais informações desse filme, como trailer e ficha técnica.
Eu entendo que a minha sinopse não ajudou muito a você gostar de “Candy”, mas vou tentar melhorar meu texto. “Candy” é um filme que fala sobre amor platônico e sobre o mundo das drogas e prostituição. É um filme forte que merece todos créditos que levou na Austrália. Pena que foi pouco comentado aqui no Brasil, principalmente pelas atuações marcantes dos protagonistas (Abbie Cornish e Heath Ledger),além de contar com uma participação fantástica do grande Geoffrey Rush (ganhador do Oscar), esse filme merecia mais comentários e várias sessões de cinema. Abbie Cornish, além de ser uma graça, é uma atriz magnífica e pode ser até que belisque uma indicação ao Oscar desse ano pelo filme “Brilho de uma Paixão”. Vale a pena alugar e ver como é o fechamento desse amor de cinema com doses de realidade pura.
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Por Amor, Liza
Sinopse: Homem deprime-se ao perde a mulher, que se suicidou, deixando uma carta para ele. Só que ele não consegue abrir a carta e se mete em situações com os amigos que o rodeiam e com a sua sogra.
Clique aqui para ver mais informações desse filme, como trailer e ficha técnica.
Um filme que me surpreendeu e foi o filme em que começei a respeitar muito as atuações do Sr. Hoffman. Depois de um começo meio chato, a história se acerta e os atores levam a trama muito bem até o final. Tenho que comentar que eu daria um Oscar ao Philip Seymour Hoffman pelo excelente papel do marido em depressão e viciado em gasolina. E também daria um Oscar de atriz coadjuvante para a sempre (eu digo, sempre) excelente Kathy Bates. Os atores estão fantásticos e eles é que levam essa história de um drama comum para um drama com expressão e veias cômicas. Bastante interessante, vale à pena conferir.
